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quarta-feira, 29 de abril de 2009

O GINETE






desatrelo a egua cansada
na chegada do celeiro
a tiro de seus pelego
troteou o dia inteiro

preparo um amargo bem cevado
a cheleira no fogo a chiar
levo uma vida de ginete
no lombo do cavalo a corcovear

sou ginete deste chão
sou bom domador
comecei essa vida bem moço
não me entrego a bagual corcoveador

a perto cavalo na espora
despara bem longe o tropel
não gosto da cidade
é lugar de coronel

meu rio grande,é meu chão
chamado de sentinela da nação
nunca recuou da peleia
é o primeiro,em armas a por a mão.

Sou ginete do sul
monto em bagual corcoveador
e nas noites de seresta
tambem sou trovador

nesta vida de ginete
nunca deixei cavalo redomão
ainda procuro aquele
que vai me deixar no chão

o cavalo esta para o ginete
como a chuva para plantação
ginete chama bagual na espora
é para o ginete ovação


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