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domingo, 11 de setembro de 2011

Ausência de olhares





Longe dos olhos
tão distante do meu olhar
corrompe minha serenidade
tua implacável ausência
priva-me de admirar-te
mas jamais de amar
e como um cego na multidão
tateio teus lugares
busco tua essência
teu suave aroma primaveril
tento diminuir essa angustia.

Por onde andas que não a encontro
tão longe do meu olhar
meu peito a queimar, a arder
consumindo-se no fogo da paixão
sem afeto
sem visão
tua ausência é comburente
o combustível que queima
coração para no tempo
ensaia um adeus
longe dos olhos teus.

Onde andam hoje
os olhares teus
tão distante e ausente
já não mais divisam
os olhares meus

castiga o meu ser
essa ausência de olhares
meus olhos
antes incansáveis
já não buscam os olhares teus
resta o brilho da lagrima
que lavam os olhares meus.

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